Despidos sonhavam hirtos
Na crueza do vício da exaltação
No peito compreendido que dorme
Glória queimada da vida
Junta duos quebrados
Inundam roscas do olhar
Que resistem mortas do depois
Na ânsia do desejo fresco
Da turva entrega que se senta
Na roda da migalha sombria
Fibrosa gruta da vida
Cláudia Luz
(05-03-2010)
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